Banda Burlesca Lança Primeiro Álbum “Destruidor”

Burlesca

Banda Burlesca

A banda Burlesca acaba de lançar seu primeiro álbum com o peso da realidade cotidiana em forma de poesia, sonoridade moderna e envolvente. Internet, política e pressão social são alguns dos temas abordados nas letras do álbum intitulado com o nome da banda.

A banda Burlesca já é conhecida na cena paulistana, este ano a banda completa cinco anos e já apareceu aqui no Under Miusic falando sobre seu recomeço clique aqui para conferir.

Banda Burlesca

Banda Burlesca

Formada por Duda Franco descendo a letra com um gutural assombroso, Rosalem Oliveira com o peso do baixo, Judaz Mallet com seus solos envolventes e psicodélicos e Edu Ramirez castigando a batera. A banda está com esta formação desde 2016, e este álbum marca a união da formação.

Sonoridade Moderna e Sofisticada

De cara é possível notar como a banda explora efeitos de distorção e equalização nas músicas, recursos nada fáceis de trabalhar, mas que os músicos acertaram a mão na medida de forma que não soa exagerado, ofuscando a “naturalidade” dos sons, deixando as músicas bem modernas e sofisticadas.

A banda passeia pelo metal, hard rock, power metal brincando também com elementos psicodélico e tudo com muita maestria na transição de uma música para outra. Com isso a banda cria uma identidade sonora única ampliando seu campo sonoro para novos experimentos futuramente.

O disco foi gravado e produzido no estúdio mariposa e mixado no The Mix  Roon, em Los Angeles (EUA), por Ben Grosse e Paul Pavao responsáveis por discos de Red Hot Chilli Peppers, Marilyn Manson, Slipknot, Depeche Mode, Lady Gaga, Madona entre outros. A máster ficou por conta do Maor Appelbaum, que trabalhou com nomes como Faith no More, Sepultura, Angra e Rob Halford.

O Peso da Realidade em Forma de Arte

Críticas e protestos atuais e realistas são o que não faltam no álbum da banda Burlesca. A começar pela capa que foi produzida pelo artista plástico André Pitombo numa tela pintada a óleo, pensando em uma imagem que representasse a sonoridade e os temas abordados nas músicas do disco, como o momento social político e artístico.

A primeira música “Fabrica” foi constituída em forma de introdução, é uma letra muito forte que fala sobre as dificuldades de uma banda se inserir no mercado moderno da música: “Bem vindo à fábrica de sonhos marginais, onde trabalha sem descanso e eles sempre pedem mais, competindo em um setor além de sobrecarregado, operando numa firma onde é apenas empregado, domine o seu instrumento, sempre chegue no horário não espere o pagamento modelo de funcionário”.

O álbum conta com uma participação especial da Cris Botareli da banda Far From Alaska na música “Não Tem Cura” letra com uma mensagem muito forte contra a intolerância perante a comunidade LGBT.

Considerações finais

A banda Burlesca fez muito bem em intitular o álbum com o nome da banda, pois o mesmo sintetiza todo o conceito da banda, mensagem, sonoridade e principalmente o posicionamento.

A mensagem das músicas sem dúvida é um diferencial no álbum, pois não focam apenas em criticar e apontar fatos, elas abrem espaço para reflexões como “Não Tem Cura”, “Revolução Nacional” e “Fábrica”.

Este álbum mostra que é possível passear por diversas vertentes do rock sem perder a identidade, e foi pegando o melhor de cada uma que a Burlesca criou sua própria identidade, com talento, ousadia e coragem.

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E pra ficar por dentro de tudo, saber mais sobre a banda e contato profissional acesse o site www.burlesca.com.br

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